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São Paulo, SP, Brazil
Uma deficiente visual (Retinose Pigmentar), que vê a vida, como um presente à ser desfrutado.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

O tempo voa...

`         Oi pessoal!!!
          Tenho tantas históris que quero publicar e agora, quando fui "acordar", percebi que faz muuuuito tempo que não as publico, aqui.
         A gente nem percebo, como o tempo passa rápido. Voa'!!!
          A hostória do gatinho, muito louco da Márcia, que talvez publique no outro Blog: Cada história bicho', as minhas trapalhada, que contiunuo, claro, fazendo sempre...
          Acho que esta, vou publicar no próximo post, as coisas que fazemos, automaticamente...
         Descupem, a demora.
        Beijos

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A galinha da vizinha


 
           A casa da minha mãe, em Poá, tem muuuuitas visitas.
Inclusive a galinha da vizinha...
Nós, já temos o sono truncado, por causa dos 3 cachorros do vizinho dos fundos, que latem dia e noite, inclusive, de madrugada, bem na direção das janelas dos nossos quartos
Há 2 dias, acordei com a galinha da vizinha gritando, no nosso jardim dos fundos, bem pertinho da nossa janela.
Era uma mistura de cococó, com quaquaquá...
Parecia, mais uma pata, que uma galinha,
Nossa cachorra, Laila, correu, latindo atrás dela, que subiu na arvore, e voou fazendo cocô nas costas dela...
Seria vingança...?
A vizinha tem mais galinhas, mas só esta e tão escandalosa. Será que ela bota um ovo muito grande, e sofre...?
A Carminha, cuidadora da minha mãe, espantou a galinha que fugiu para o telhado.
Chegamos à conclusão, que de lá, ela voou para sua casa.
A Carminha me contou que teve que limpar a Laila, que se sacudia, tentando se livrar das titicas...
           Ontem, vimos 2 galinhas passeando pelo jardim dos fundos, mas essas, eram silenciosas e pelo que parece, voltaram para casa, sem problemas, pois a Laila estava presa no canil, coitadinha!
Ela, que é de casa, presa, e as visitantes...
Hoje, acordei com o cócócó, novamente, às CINCO HORAS DA MANHÂ!!!
Ninguém merece...
De repente, ela parou e consegui dormir, até as SETE!
Acordei com os latidos da Laila, misturados com os berros da galinha.

Abri as janelas e tentei chamar a Laila, que nem me ouvia no meio de tanto barulho.
Fiquei aflita, porque não podia fazer nada, já que elas eram tão rápidas, nem dando tempo de visualizar para onde iam...
Da janela do quarto da minha mãe, a Carminha viu, pegou uma vassoura, e deu a volta na casa, e viu quando a galinha voou para cima da árvore, e a Laila, querendo escalar o tronco.
Comecei a chamar a vizinha, mas ningué respondeu.
Falei com a Carminha:
-- Será que não tem ninguém?
Ela me disse que tinha bastante roupa estendida no varal...
Chamei, novamente, e... Nada!
A galinha,voou, novamente, e correu paro um canteiro de plantas espinhosas, com a Laila em seu encalço.
           O escândalo foi total.
           A Laila correndo atrás da galinha, latindo, a galinha gritando feito uma louca...
           Ela etrou no meio de um canteiro de plantas espinhosas, e a Laila, atrás...
De repente ela conseguiu sair correndo, com a Laila atrás, e passaram por mim, sem que eu percebesse, de tão rápidas.
Dentro de casa, o barulho da galinha era pior. Ensurdecedor.
Um verdadeiro escândalo.
A Super-Carminha, conseguiu pegar as duas.
Com a galinha embaixo de um braço e a Laila pela coleira, conseguiu leva-la para o canil e prende-la.
           Quando a Carminha falou que iria pegar uma escada para devolver a galinha pelo muro. Perguntei se ela sabia aparar as asas da galinha.
           Ela disse que um lado já estava cortada.
Essa galinha era rebelde, mesmo!
Aho que nem conseguiram cortar as suas duas asas.
           Nesei se as pessoas costumam cortar um lado só, para desestabilizar as galinhas.
           Só sei, que a Carminha disse que poderia cortar a asa, e fui buscar uma tesoura.
           Pequei uma escada, e a Carminha encaminhou a visitante inoportuna de volta para seu habitat.
Combinamos o seguinte:
-- Se ela voltar, e ninguém responder ao nosso chamado, vai direto pra panela!

 

 

 

— A..!

—

  

sábado, 22 de setembro de 2018

Gerando Falcões - Um lugar inesquecível

           
 

 

 Hoje, depois de 2 meses de espera, finalmente chegou o dia agendado para conhecer a ONG: Gerando Falcóes.
        Foi um dia emocionante e inesquecível...
        Aconmpanhada de meus amigos Márcia Romero Tigges, criadora do Projeto Peixe ôto e Johannes Tigges, que estão sempre em busca de trabalhar para um mundo melhor e mais justa...
        Me emocionei várias vezes, conhecendo a história do Eduardo Lyra, sua luta para superar duas mágoas da vida e como ele transformou este sentimento em perdão e obstinação por uma sociedade mais equilibrada com oportunidades para quem escolhe um bom caminho para trilhar.
        Abençoado por Deus, sonhou, se preparou, trabalhou, e muito bem orientado pela sabedoria de sua mãe, se propôs a mostrar que é possível termos um mundo melhor, e mudar tristes realidades, transformantdo pessoas em verdadeiros cidadãos, através da cultura, esporte, arte...











        Tenho certeza que os Falcões deste ninho vão alçar vôos cada vez mais altos, por horizontes infinitos...

terça-feira, 22 de maio de 2018

Palestra de Superação e Motivação na Livratia ¨& Café Rara Books

          Ontem, apesar do frio, fui calorosamente recebida pela Nilda, na deliciosa e aconchegante Livraria & Caféa Rara Books,que fica no centro de Poá-SP.
         
 
O feedback dos ouvintes foi gratificante.
 

          Fui convidada pela proprietária, Rubenita Ferreira, para ministrar a Palestra: 1 Ponto de Vista, onde procuro levar mensagens de Motivação e Superação para as pessoas...
          Os ouvintes interagiram com interesse e naturalidade, durante a palestra.
          Ao terminar a palestra, foi gratificante receber o feedback das pessoas, relembrando, querendo incorporar as dicas que ouviram, e comprando o livro...
          Estou muito feliz com o resultado do meu trabalho,, que procuro melhorar a cada dia, levando  as pessoas a traçarem seus próprios caminhos...


                            Rumo à Realização!

sábado, 19 de maio de 2018

I Prêmiot ABIME de Turismo e Cultura

         Ontem, 18 de maio de 2018, tive uma noite emocionante, no auditório do Museu do Futebol.

          


A abertura do XIII Congresso da ABIME - Associação Brasileira de Mídia Eletrônica e Digital, no dia 18/05/18.
Fomos privilegiados com o emocionante evento de entrega do 
I Prêmio ABIME de Turismo e Cultura, com pequenos e edificantes discursos e participação de pessoas que fazem a diferença, com suas
demonstrações de amor ao próximo.



O troféu também de grande valor artístico, foi criado e confeccionado com material reciclado, pelo artista plástico, Jorge Solyano, do município de Suzano, formado pela Escola Panamericana de Artes.


 O diploma, por Elias Tabach, ainda convalescente de uma cirurgia cardíaca.


Foram muitos momentos alegres, grandiosos e comoventes, pois, o evento foi um exemplo de como o nosso planete pode ser unido pela Paz e Amor ao próximo.

Fui chamada para receber o Prêmio, logo após a apresentação dos óculos inteligentes da ORCAM MyEye.
Incrível! Foi um previlégio, receber o Prêmio ao lado desses profissionais, que representam uma empresa tão preocupada com a Inclusão.
Além do clima da união dos povos, ficou nítida, a importância da interligação da Hoteloria, Cultura e Infraestrutura, tão presentes no Turismo, 

        

Não posso deixar de registrar minha gratidão pelo apoio e demonstração de confiança, da presidente da ABIME - Vera Tabach, em meus projetos, com minha nomeação de inclusive e principalmente, com minha nomeação, em 2012, como Presidente do Conselho de Inclusão e Cooperação da ABIME.
Preciso registrar, também, minha gratidão pelas meninas, Elizabeth e suas companheiras,  (recepcionistas do evento) que me acompanharam e me conduziram do início ao fim, do evento. literalmente, até o último momento.
    

        Elas foram verdadeiros anjos...

terça-feira, 17 de abril de 2018

...Engodo

       Uma vez, quanto estava de férias, na Ilhabela, fui passar o dia com minha amiga Márcia, na casa da mãe dela.
Mais uma vez, constatando que nada é por acaso, ela e sua filha, Cris, estavam ansiosas para me contar que o irmão da Márcia, havia conhecido um Oftalmologista, proprietário de uma clínica em Campinas-SP, que poderia avaliar o problema visual da Cris.
Combinamos de irmos, todos juntos, para que eu pudesse, também, sondar sobre o meu problema: Retinose Pigmentar.
Durante a consulta da Cris, comentei que eu tinha Retinose, e o médico disse, entusiasmado:
– Agora, já tem a solução para a Retinose! È uma técnica Russa, que já estamos usando agui, na clínica.
Noooossa!
Era tudo que eu esperava ouvir, durante toda a minha vida!
Ele disse para reparmos nas publicações emolduradas, que estavam nas paredes de todas as dependências da clinica: corredores, salas de espera...
Mas, todas elas estavam escritas em russo, portanto, não conseguíamos entender nada.
Perguntei tudo o que era preciso para o precedimento, que ele me disse que nem era bem, uma cirurgia, mas sim, uma medicação injetada nos olhos, e que por segurança, era feito, um olho de cada vez, dando prioridade ao olho que tinha visão mais comprometida.
Voltamos para casa, muito entusiasmados, mas, meu irmão não se contagiou com este entusiasmo.
Ele, mais realista, disse que precisávamos nos certificar melhor... Se havia pessoas que tiveram sucesso... Ou, no mínimo, pedir a opinião de nosso primo, médico.
Liguei para ele, contei toda a história e perguntei sua opinião.
Como ele sempre foi mais “pé no chão”, disse que iria pesquisar e sondar, se todas as informações que passei, teriam algum fundamento.
Não encontrou nada com alguma consistências.
Me falou, inclusive, que para um tratamento ou precedimento fosse considerado legítimo, eficaz, e publicado nas revistas médicas especializadas, oficiais, teria que ter uma casuística de, no mínimo, 60%.
Meu primo ainda acrescentou:
– Nossa, Sil, se com limitação visual, você já faz tanta coisa, não posso nem imaginar o que você faria, enxergando tudo...!
Respondi, com um tom debochado:
– Ahn... Que tal, piloto da NASA?
Caímos na risada.
Ele não consegiu constatar nada, sobre o tratamento, e me aconselhou esperar mais um pouco.
Mas, eu sabia, que não conseguiria sossegar, se não arriscasse.
Meu irmão, embora entusiasmado com a possibilidade da cura da Retinosa, foi mais cauteloso. Achava que ainda era cedo para nos arriscarmos.
Marquei uma consulta, e o médico disse que o precedimento seria: no olho com visão mais comprometida,uma anestesia local, para que eu me mantivesse lúcida para ir orientando a cirurgia, e que seria colocada uma lente, vinda da Rússia, que substituiria o tecido da retina, e também, seria injetado, um medicamento que auxiliaria no precesso, para que o tecido novo, saudável, substituísse o outro, com o pigmentos que compromentem o campo visual.
Assim, eu alcançaria a cura da Retinose Pigmentar.
Mas, infelizmente, isso não aconteceu.
Durante a cirurgia, fiquei toda amarrada à maca, o que me deu uma sensação de desespero, e acabeu ficando com uma taquicardia, como sequela.
Precisei ficar acordada, para atender as orientações do médico:
– Agora, olha para cima... Para a direita...
Eu sentia a cânula, embora fininha, entrando no canto interno do olho para colocar a tal película, enrolada, que segundo o médico, depoisde posicionada, seria aberta, já, no local exato, para que substituísse, com o tempo, o tecido da retina.
Eu pedia, encarecidamente, para que me deixassem, pelo menos, dobrar uma perna, pois, estava me dando desespero.
Eles alegavam, que não poderiam arriscar, pois, o mínimo movimento que eu fizesse, durante a cirurgia, poderia ter consequências desastrosas.
Nem sei quando, e se foi, realmente, injetada alguma medicação, no meu olho direito.
Quando, finalmente, me levaram para a sala de recuperação, me disseram que iriam avisar minhas acompanhates que a cirurgia havia terminado.
Minha mãe, por sua vez, ficou acompanhando várias cirurgias, que segundo eles, era em tempo real, e ela assistiu uma, achando que seria a minha.
Acho que não era. Seria uma simples cirurgia de miopia, e como demoraram para chama-la, começou a me procurar por toda a clínica, até que me encontrou na sala de recuperação, me vestindo para sair correndo, dali.
Fui orientada à voltar, no dia seguite, para a retirada do curativov.
Quando acordei, meu olho estava roxo e tão inchado, que eu mal conseguia abrir, por mais que eu me esforçasse.
Meu rosto, deformado.
Quando cheguei na clínica, no dia seguinte, as funcionárias me perguntaram o que havia acontecido.
Ficaram me procurando pelas dependencias, e pensaram que eu tinha fugido, surtado... Sei lá o quê.
Eu, simplesmente não sabia que deveria esperar pelos médicos que iriam relatar todo o procedimento para minha mãe e minha prima, Priscila.
Contei que, quando elas entraram na sala de recuperação, eu já estava terminando de me arrumar, e só queria sair correndo, daquele lugar, e fomos embora.
Eu estava transtornada, desarvorada.
Na retirada do curativo, o médico, chinês, pedia para que eu abrisse bem os olhos:
– Abre mais... MAIS...
Quase falei para ÊLE, abrir seus olhinhos, pois, o inchaço era tão grande, que eu, por mais que tentasse, não conseguia abrir o olho.
E o hematoma, então?
Parecia que eu tinha lutado boxe, e que tinha levado um “direto” no olho direito.
Comecei a perceber, que essa criurgia, tinha sido um engodo, principalmente, com o passar do tempo, constatando que não houve nenhum resultado positivo.
Falei que não estava enxergando bem, e ele disse que o resultado da cirurgia poderia demorar até UM ANO!
A expectativa da melhora, ainda se arrastou por mais um ano, e... NADA!
Ainda por cima, paguei US$ 1000,00.
Para sofrer tudo isso.
Quase dois anos depois, marquei uma consulta, junto com a Cris, na Clínica do Prof.Dr. Rubens Belfort Filho.
Quando contei à ele, tudo o que havia acontecido, em Campinas, ele disse, quase murmurando, indignado:
– Essas pessosas deveriam estar na cadeia! Isso é crime! Charlataneismo!
E continuou:
– Voce poderia ter usado seus dólares para se divertir no Caribe, ou em qualquer outro lugar... E ainda pagou para sofrer!
Fiquei tão arrasada, que ele logo tratou de me animar:
– Tenho um colega, que acha que dentro de uns 5 ou 6 anos, teremos a cura da Retinose Pigmentar.
– Eu, como sou mais pessimista, acredito que demore um pouco mais... Uns dez anos...
Isso, já faz mais de 25 anos...
Mas, não perco a esperança.
Confio, plenamente, na equipe de pesquisadores da USP de Ribeirão Prêto.
Não tenho mais idade para sonhar em ser piloto da NASA, mas... Que tal, piloto de helicóptero...?
 

Reflexões

Para cima, e para o alto!



Se um dia, menino

A vida lhe pega

Andando sem tino

Caindo na pedra



Não fica, menino

Por causa da pedra

Como o corpo fechado

Com um corpo de pedra



Um dia essa pedra

Com mêdo de alguém

Com o corpo em queda

Pode ir além

De um poço sem fim



Não fica, menino

Por causa da pedra

Com o corpo fechado

Com um corpo de pedra



Silvann@____