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Uma deficiente visual (Retinose Pigmentar), que vê a vida, como um presente à ser desfrutado.

sábado, 11 de abril de 2015

Esta doença também compromete a visão

Criança com doença rara conta com a ajuda de cadela até na escola; conheça!

A golden retriever Tiffany ajuda Aninha, de 9 anos, nas tarefas do dia a dia e causa euforia entre os alunos da escola da menina, em São Paulo

O Mais Você mostrou a história emocionante de amor e cuidado entre a cadela Tiffany e sua dona, uma criança de 9 anos. Aninha é portadora de uma doença rara - a mucopolissacaridose - que afeta a mobilidade, a respiração e as córneas, o que a deixou com a visão comprometida. Tiffany ajuda Aninha com as tarefas do dia a dia e acompanha a menina até a escola, em São Paulo. A euforia da criançada com as duas é impressionante!
"Gosto de fazer carinho, de abraçar, porque ela é muito fofa. Esmagar não pode", contou Aninha para a repórter Rafa Brites, que passou o dia com a dupla. "A ideia de ter o cachorro é para o momento em que eu não estiver com a minha filha. Me dá uma tranquilidade a mais. Elas tem uma ligação muito grande", disse a mãe da menina.
Confira tudo sobre a relação entre a cadela da raça golden retriever e Aninha nos vídeos!
Veja mais no Gshow!


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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Retinose não poupa celebridades

Vale a pena lembrar essa matéria, pois, além de Geraldo Magela, mais uma celebridade se torna vítima da Retinose Pigmentar.

Miss Minas Gerais não se deixa abater por doença que pode causar cegueira

Janaína Barcelos ficou em segundo lugar no concurso Miss Brasil 2013 e vive superando as dificuldades impostas pela retinose pigmentar, uma doença sem cura que leva à cegueira. Uma a cada cinco mil pessoas no mundo sofre do problema que degenera gradativamente a retina

 

Gabriella Pacheco - Saúde Plena Publicação:02/10/2013 07:30Atualização:02/10/2013 08:05
Janaína já perdeu a visão periferial e diz enxergar pouquíssimo com pouca luz. A mineira relatou ter tido dificuldade para caminhar durante a final do Miss Brasil 2013. Segundo ela, para não fazer feio durante o concurso teve de memorizar durante os treinos o caminho a ser percorrido
Janaína já perdeu a visão periferial e diz enxergar pouquíssimo com pouca luz. A mineira relatou ter tido dificuldade para caminhar durante a final do Miss Brasil 2013. Segundo ela, para não fazer feio durante o concurso teve de memorizar durante os treinos o caminho a ser percorrido
O auditório está escuro. Os holofotes que iluminam o lugar deveriam ser suficientes para as câmeras de TV e para pessoas com visão normal transitarem sem problema pelo palco, mas esse não é o caso para Janaína. Durante o dia ela só enxerga o que está no centro de seu campo de visão e quando a luz é baixa a situação se complica ainda mais. Tudo parece como uma tela de celular sem brilho, cercada por uma borda, como aquela criada pela iluminação de uma vela. Persistente, ela decora o caminho que terá de percorrer enquanto a luz lhe permite ver e, à noite, quando a visão começa a falhar, ela se foca no pouco que consegue enxergar e no trajeto que memorizou.

Pela televisão pode não ter dado para perceber, mas foi assim que a miss Minas Gerais, a estudante de jornalismo Janaína Barcelos, de 25 anos, se preparou para a final do concurso Miss Brasil, que aconteceu no último final de semana em Belo Horizonte.

A mineira de Betim, na Grande BH, faz parte de um grupo significativo de cerca de 50 mil brasileiros diagnosticados com retinose pigmentar, uma doença degenerativa e irreversível na retina. Apesar do número ser pequeno diante do tamanho da população brasileira, a gravidade da doença torna essa marca muito expressiva. “Essa é uma doença com um impacto social grande na vida de seus portadores, por isso esse número deve ser considerado grande. E a nossa percepção é de que o número real deles seja ainda maior”, afirma o oftalmologista e diretor do Hospital de Olhos de BH, Ricardo Guimarães.

domingo, 14 de setembro de 2014

Acessibilidade na 42ª Expoá

    Termina hoje, a 42ª Expoá - Exposião de Orquídeas e Plantas Ornamentais, superando todas as expectativas.
    Os visitantes foram unânimes ao dizer que a produção foi de uma criatividade ímpar, e a organização, impecável.
    A acessibilidade também foi uma preocupação no projeto do pavilhão, com rampas e elevadores.
    Com toda essa evolução, aí vai uma sugestão: vamos aumentar essa assebilidade, por enquanto voltada aos deficientes físicos, lembrando também dos deficientes auditivos e surdos, deficientes visuais e cegos, com guias especializados, traduzindo em LIBRAS informações de áudio e sinalizações em Braille e áudiodescrições?
    FICA  a DICA.
   

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Acessibilidade no Encontro com Fátima Bernardes

    Hoje, mais uma vez, no programa Encontro com Fátima Bernardes, a acessibilidade estava em pauta.
    Este assunto mexe comigo, particularmente, quando se trata de deficiência visual e cegueira, e é importante que as pessoas saibam o quanto faltam cães-guia para os cegos que estão na fila, por anos.
    Oportunidades como estas, espero, alertam a iniciativa pública e privada, para que pensem em uma maneira de melhorar, de alguma forma, a vida dos deficientes.
    Obrigada, gente!!!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Exemplo de Inclusão e competencia na abertura da Copa

Inclusão na abertura da Copa

Nos emociona e novamente nos orgulha, pela competência dos pesquisadores brasileiros.

Confira o micro vídeo, clicando no link:

http://www.youtube.com/watch?v=Za18A3ZLwJ0

Jovem paraplégico usa exoesqueleto e chuta bola na abertura da Copa

Tecnologia foi desenvolvida por equipe liderada pelo cientista Miguel Nicolelis.
Paraplégico é Juliano Pinto, de 29 anos; treinamento foi na AACD.

Extraído do G1, em São Paulo:




Após muito suspense, um paraplégico deu um "chute simbólico" em uma bola de futebol na abertura da Copa do Mundo do Brasil utilizando o exoesqueleto, equipamento desenvolvido pela equipe do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. O chute foi na Arena Corinthians, nesta quinta-feira (12).
O voluntário era Juliano Pinto, 29 anos, que tem tem paraplegia completa de tronco inferior e membros inferiores.. Reveja a transmissão ao vivo do pontapé inicial (vídeo acima).
A cena foi muito rápida. Três integrantes do projeto "Andar de Novo", entre eles Miguel Nicolelis (agachado), apareceram com o voluntário, que estava em pé e já utilizava o exoesqueleto. Ele deu um passo com a perna direita e movimentou a bola, recolhida por um ator mirim, caracterizado de árbitro de futebol.
Inicialmente, a equipe de cientistas havia divulgado que o voluntário caminharia alguns passos para dar o simbólico "chute inaugural" do campeonato. Segundo o Comitê Organizador da Copa do Mundo, o "pontapé inicial" foi fora do campo de jogo, para não prejudicar o gramado por causa do peso do equipamento.
Após a demonstração, Nicolelis postou em seu twitter a frase "We did it!!!!", que quer dizer, "nós fizemos isso", na tradução do inglês. Em comunicado de imprensa, Nicolelis informou que “foi um grande trabalho de equipe e destaco, especialmente, os oito pacientes, que se dedicaram intensamente para este dia. Coube a Juliano usar o exoesqueleto, mas o chute foi de todos. Foi um grande gol dessas pessoas e da nossa ciência”.
Mais de 156 pesquisadores de vários países integraram um consórcio responsável pela investigação científica, encabeçado pelo brasileiro Miguel Nicolelis, professor da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e do

terça-feira, 22 de abril de 2014

O tão importante Louis Braille

    Louis Braille foi o criador do sistema de leitura para pessoas com deficiência visual, nasceu em 4 de janeiro de 1809; e faleceu em 6 de fevereiro de 1852. Era filho de Simon-René Braille, fabricante de arreios e selas para montaria. Na infância, ao brincar na oficina do pai, se feriu no olho esquerdo com uma das ferramentas, a infecção atingiu o outro olho, ocasionando a cegueira total. Louis Braille passou a conviver com a deficiência visual.
      Louis Braille foi matriculado na escola e demonstrou grande facilidade em aprender através dos ouvidos e logo tornou-se no líder da turma. Aos 10 anos, recebeu do Instituto Real de Jovens Cegos de Paris, bolsa de estudos de educação especial.
     O fundador do instituto era Valentin Haüy, pioneiro na criação de programas de educação para deficientes visuais. Haüy já havia tentado criar métodos de leitura em alto-relevo. Este método conseguia ensinar as crianças a ler, mas por serem relevos costurados, não as orientavam a escrever.
      Quando Braille tinha 12 anos, o instituto recebeu a visita do capitão Charles Barbier, que logo apresentou um sistema de comunicação, a "escrita noturna" ou "serre".
      O método de Charles Barbier passou a ser referido como "sonografia" e utilizava pontos de relevo em retângulo similares a um estilo de leitura de campo de batalha (utilizado quando era necessário ler mensagens sem usar a luz que poderia revelar posições). Braille aprendeu o novo método e buscou simplificá-lo.
      Desta simplificação, Braille desenvolveu seu próprio método baseado em 6 pontos, logo inserindo a notação numérica e musical.


Texto enviado por e-mail pela Biblioteca da Fundação Dorina Nowill para cegos 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Sesi entrega nove cães-guia para cegos

Sesi-SP entrega oficialmente nove cães-guia para pessoas com deficiência visual


                                   
Ação faz parte do Projeto Cão Guia, cujo investimento gira em torno de dois milhões de reais
Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp
Os cães-guia Friend Forever, Ozzy, Ivvy, Ion, Frontier, Eliot, Ilka, Hillary e Emma foram oficialmente entregues para seus donos em evento nesta quarta-feira (16/04), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A ação marcou a primeira entrega do Projeto Cão Guia do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), projeto que conta com parceria do Instituto Íris.
Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sesi-SP, Paulo Skaf, o Projeto Cão Guia Sesi-SP existe para que mais agentes da sociedade sigam o caminho da inclusão social do deficiente visual.
“Nosso objetivo é dar qualidade de vida para as pessoas com deficiência visual. Nosso objetivo foi cumprido”, disse o presidente ao lado dos cães e de seus novos donos.
O investimento total no programa pioneiro do Sesi-SP foi de dois milhões de reais, segundo Skaf. “É uma entrega importante e significativa, que representa 10% da oferta atual de cães”, analisou o presidente.

Os cães que passam a guiar seus novos donos. Objetivo é dar qualidade de vida para as pessoas com deficiência visual, de acordo com presidente da Fiesp e do Sesi-SP. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Projeto vencedor

Para o diretor de Esportes e Qualidade de Vida do Sesi-SP, Alexandre Pflug, o projeto, iniciado há dois anos e meio, nasceu vencedor. “É um projeto que muda a vida de todas as pessoas envolvidas. Outro objetivo do nosso projeto é o de conscientizar a sociedade para a importância desses animais”, afirmou.
Até poderem auxiliar os deficientes físicos nas tarefas diárias, os cães passam por três fases. A primeira, que dura em torno de oito meses, é a fase de socialização com as famílias acolhedoras. Depois disso, a fase de treinamento, com duração de quatro meses. A última etapa, a de instrução, dura um mês e, depois disso, o cachorro é entregue para o convívio com seus novos donos.
Os cães mais indicados para participar do Projeto Cão Guia Sesi-SP são da raça Labrador e Golden Retriever, que dóceis e de fácil aprendizado.
Marcelo Panico, presidente do Instituto Íris, ressaltou os benefícios que os animais trazem aos deficientes visuais. “É um fator de segurança para nós. Além disso, o cão-guia inclui o deficiente visual na sociedade”, afirmou.
Foram quatro anos de espera até Mellina Hernandes Reis, de 30 anos, receber a cadela Hilary para ajudá-la no dia-a-dia. “Ela é uma companhia e me dá uma independência que não tinha antes”, contou.
Para o dono da labrador Emma, Ricardo Pedroso, de 38 anos, o projeto do Sesi-SP quebra paradigmas. “É uma alegria participar desse projeto, pois muda nosso convívio diário e nos dá independência”.

Dóceis e de fácil aprendizado, cães das raças Labrador e Golden Retriever são os mais indicados. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Reflexões

Para cima, e para o alto!



Se um dia, menino

A vida lhe pega

Andando sem tino

Caindo na pedra



Não fica, menino

Por causa da pedra

Como o corpo fechado

Com um corpo de pedra



Um dia essa pedra

Com mêdo de alguém

Com o corpo em queda

Pode ir além

De um poço sem fim



Não fica, menino

Por causa da pedra

Com o corpo fechado

Com um corpo de pedra



Silvann@____